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Mais eles que elas – Luiz Carlos Prates

Por: Luiz Carlos Prates

18/02/2025 - 08:02

Quem tem mais medo, os homens ou as mulheres? Resposta sem piscar, os homens. Os homens têm mais força física que as mulheres, só. Mas as forças de que precisamos na vida as mulheres têm sobradamente mais que nós, os “fortes”. E nem é preciso ir muito longe, nas questões a envolver a vida solitária os homens, de igual modo, são bem menos corajosos que as mulheres. A mulher vive e sobrevive sozinha bem mais que os homens. E tudo isso sem falar que as mulheres são mais inteligentes que os homens em tudo. As múltiplas inteligências, estudadas pela Psicologia, provam que as mulheres nada ficam a dever aos homens. Nada de novo. Mas o que me traz a esta nossa charla de hoje, leitora, leitor, são os medos. Quem tem mais medos, medos, digamos, metafísicos? Sem dúvida que os homens. Vou finalmente entrar no assunto de hoje: barulhos. Uma velha pesquisa de psicólogos britânicos falava disso, do medo do silêncio. Isso mesmo, medo do silêncio, um medo bem mais masculino também. E uma das provas desse medo é o incontrolável impulso de muitos homens (claro que deve haver mulheres nesse balaio) é não conseguir ficar em casa sem o rádio ou a tevê ligada. É chegar à casa, mesmo com pessoas ao lado, o sujeito liga o rádio ou liga a tevê, ele precisa de “barulhos”. E a pergunta mais imediata é: por quê? Porque os barulhos, as conversas no rádio ou na tevê “distraem”, desconcentram a pessoa dos pensamentos medrosos. O medo vem dos pensamentos, da concentração no que nos atemoriza, e os barulhos distraem, nos distanciam dos medos. Há medos de todos os tipos, mas há medos que são mais medos: os metafísicos, por exemplo. Uma coisa é ter medo de assaltos, esse medo tem muitas formas de evitarmos, mas e os medos metafísicos, aqueles que vêm do “outro mundo”, medos que nos impingiram na infância? Esses não têm solução, senão a companhia de alguém por perto. É, comprovadamente, um medo mais masculino que feminino. Conheci crianças, pobrezinhas, com medo de tudo, sem falar no medo do escuro, o pior de todos. Tudo culpa dos paisinhos. É possível eliminar esses medos? Não, jamais. O que é possível é intelectualizá-los, compreendê-los, jamais conviver em paz com eles. Meu Deus, meu rádio está sem pilhas…

TEMPOS

Os tempos mudam, mas a ignorância continua a mesma, ela só troca de “roupa”. No passado, quando uma criança fazia uma ação contrária à vontade dos pais ela era ameaçada ou colocada num quarto escuro. O quarto escuro era uma condenação pesada para uma criança, ela era assustada por “fantasmas”. Sempre houve, e há, asneiras de parte dos pais a condenar os filhos para um futuro de ações erradas ou medos terríveis. Coitados, indefesos.

INCONSCIENTE

A Lei da Atração funciona, para muitos, na contramão. Quando pensamos ou dizemos – não quero adoecer – o inconsciente ouve: quero adoecer. Quando dizemos : não quero pegar Covid-19, o inconsciente ouve: quero pegar Covid… Ué, então, como devemos pensar? Devemos pensar sempre no positivo: sou forte, tenho saúde, sou inteligente, sou capaz… Pensar no positivo dá certo, pensar no negativo derruba. O diacho é achar cabeças arejadas para aceitar essas verdades.

FALTA DIZER

Toda ciência visa ao bem, ao crescimento da sociedade, porém, há os entupidos da mente. Ouça esta manchete: – “Universidades dos Estados Unidos serão punidas se exigirem vacinas contra a Covid”! Sem dúvida, existe o “Nobel do Esgoto”. A Covid matou milhões no mundo… Espere, o “troco” virá!

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.