A Polícia Civil de Balneário Rincão abriu investigação sobre o desaparecimento de Laurindo Sangaleti, de 53 anos, que está sendo procurado desde o último domingo, dia 19.

De acordo com o agente Alan Giovani, a equipe de policiais civil da Operação Veraneio Santa Catarina está engajada no caso para tentar encontrar o homem.

Segundo ele, o Boletim de Ocorrência (B.O) registrado pela Polícia Militar já foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Balneário Rincão.

“É aberta investigação para saber o paradeiro do senhor Laurindo. Os agentes atuarão ao longo da semana nas buscas”, ressalta Alan.

Laurindo é morador do bairro Lagoa dos Freitas, em Balneário Rincão.

O homem estava sob cuidados de sua esposa, Valdira de Azevedo Pereira, de 59 anos.

Debilitado

Segundo ela, Laurindo tem Alzheimer e apresenta sequelas cerebrais e aneurisma, em razão de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há três anos.

“Ele usava sonda no nariz e precisava ser amarrado na maioria das vezes, porque está sempre querendo retirar a sonda e sair da cama. Para evitar quedas, ele era contido na cama”, explica Valdira.

Na noite de domingo, Valdira foi ao banheiro e retornou para o quarto.

Ao visualizar que Laurindo estava bem, ela dormiu um pouco para descansar e, ao acordar, percebeu que Laurindo não estava mais na cama.

Ela imediatamente acionou a Polícia Militar, que esteve no local e registrou o Boletim de Ocorrência.

Buscas foram realizadas pela região, mas o homem não foi encontrado.

Laurindo morava na Itália e retornou ao Brasil há três anos.

Logo em seguida, adoeceu e precisou ficar sob os cuidados médicos em uma clínica.

Aflição

“Ele se trata com remédios controlados e não pode ficar tanto tempo sem medicamentos. Estamos todos aflitos. Pedimos ajuda de todos para que, caso obtenham alguma informação, liguem para o 190”, ressalta Valdira.

Há dois meses, o homem estava sob os cuidados da esposa.

Uma filha continua residindo da Itália e, assim como Valdira, está desesperada com o desaparecimento do homem.

“Ele se trata com remédios controlados e não pode ficar tanto tempo sem medicamentos. Estamos todos aflitos. Pedimos ajuda de todos para que, caso obtenham alguma informação, liguem para o 190”, ressalta Valdira.

Fonte: Érik Borges/Tribuna de Notícias