Após a instabilidade dos preços em função da paralisação de 11 dias dos caminhoneiros, o Procon de Florianópolis fiscaliza estabelecimentos para garantir que não há prática de preços abusivos. Embora o órgão não possa tabelar preço, a fiscalização é uma forma de evitar abusos por parte dos comerciantes.

De acordo com o secretário Municipal de Defesa do Consumidor, Trabalho e Renda, Celso Sandrini, os fiscais estão comparando o preço do produto vendido nas prateleira com o valor pago pelo comerciante na nota fiscal.

"Temos uma referência de preço, pedimos para o proprietário apresentar a nota desses produtos. Se estiver abusivo, notificamos e damos um prazo de dez dias para apresentar notas e justificativas", explicou Sandrini.

Até agora, os fiscais não identificaram abuso de preços nas bombas dos postos de combustíveis. A equipe iniciou a fiscalização dos mercados nesta tarde, a partir da região Continental. O trabalho deve continuar durante o fim de semana.

"Demos atenção ao combustível e também tem a questão dos hortifrútis que foram bastante afetados (com a greve)", completou o secretário.

Denúncias de preços abusivos podem ser feitos pelo telefone do Procon - 3131-5300.

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