Atualização: em comunicado, um representante dos coordenadores da mobilização informou que o prazo para que os caminhoneiros reencontrem as famílias foi estendido até domingo (3) e que uma "paralisação total está marcada para segunda-feira (4), a partir da meia-noite". O comunicado reforça ainda que a nova paralisação será nacional.

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Os caminhoneiros que estavam concentrados nos pontos de piquete na microrregião do Vale do Itapocu e que quiseram retornar para suas casas estão liberados. A decisão, segundo um representante dos coordenadores da mobilização, não segue nenhuma orientação que tenha partido do governo.

"Não foi o governo que liberou. Foram os organizadores, em respeito dos caminhoneiros que estão há dez dias longe de suas famílias. Foi liberado por um dia, o tempo de chegar em casa, rever a família, descarregar as mercadorias e estacionar o caminhão. A partir de amanhã não vai ter vez, vamos parar todos novamente", informa.

Os caminhoneiros que se mantêm ativos no movimento estão se dirigindo para Florianópolis, para uma grande concentração. "Não desistimos desta guerra. Não entramos para perder", diz outro organizador, informando que caso a paralisação nacional não ocorra nesta sexta (1) será no mais tardar no domingo, e desta vez muito mais forte.

A organização na microrregião informa ainda que às 17h desta quinta-feira (31) ocorrerá nova manifestação junto ao antigo Posto Guaramirim, às margens da BR-280.

Eles também informam que os caminhoneiros que deixaram a concentração ainda na quarta-feira (30) não precisaram de escolta policial, como foi divulgado na imprensa, e que o diálogo com os policiais rodoviários federais e militares sempre foi respeitoso e que eles sabem dos cuidados tomados nos piquetes, onde a organização sempre primou por garantir todo o apoio aos caminhoneiros, com fornecimento de alimentação e de itens de higiene e auxílio até mesmo para lavar a roupa.

 

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