Em decisão unânime da Assembleia Geral nesta quarta-feira (29), Rogério Caboclo foi suspenso por 21 meses da presidência da CBF pelas denúncias de assédio sexual e moral.

O mandato vai até abril de 2023 e o dirigente poderia voltar em março, mas isso não deve acontecer, já que há outras acusações contra ele sendo investigadas na Comissão de Ética da CBF, além de uma investigação do Ministério Público do Trabalho.

Essa é a primeira vez na história da entidade que um presidente foi punido dessa forma pela Assembleia Geral, que é formada pelos presidentes das 27 federações estaduais de futebol do país.

Para se salvar e voltar ao cargo, Caboclo precisava de 7 dos 27 votos, mas ninguém votou a favor dele, que é acusado por três funcionárias da CBF de assédio.

Com isso, Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da Federação Bahiana de Futebol, deve ficar na presidência da entidade até o fim do mandato.