Por determinação da Comissão de Ética do Futebol Brasileiro, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, foi afastado do cargo por 30 dias.

A decisão foi motivada após o dirigente ser acusado de assédio moral e sexual por uma funcionária da entidade.

Entre os fatos narrados por ela estão constrangimentos sofridos em viagens e reuniões com o presidente e na presença de diretores da CBF.

Na denúncia, a funcionária detalha o dia em que o dirigente, após sucessivos comportamentos abusivos, perguntou se ela se "masturbava".

Entre outros episódios de extrema gravidade, segundo a funcionária, Caboclo tentou forçá-la a comer um biscoito de cachorro, chamando-a de "cadela".

Caboclo nega todas as acusações e agora cuidará de sua defesa, ficando afastado da CBF por um mês.

O vice-presidente mais velho, Antônio Carlos Nunes, assume durante o período de afastamento.

Fonte: ge