Afastado da presidência da CBF, Rogério Caboclo foi novamente acusado de assédio moral. Desta vez, a queixa é do diretor de Tecnologia da Informação, Fernando França.

O dirigente afirma que Caboclo praticou "condutas ilícitas e repugnantes" e pede que seja aberto um novo processo contra ele.

França ainda escreveu que "foi injuriado, difamado e sofreu agressões ameaçadoras, o que, sem dúvida, caracteriza abuso de poder e afronta ao princípio da moralidade".

No dia 6 de junho, o mandatário foi afastado do cargo por 30 dias após uma funcionária o acusar de assédio moral e sexual.