Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio em 2010, o ex-goleiro Bruno pediu a Justiça para que autorize um exame de DNA para confirmar se ele é pai de Bruninho, filho dele com a modelo.

O ex-jogador responde pelo crime em liberdade condicional e foi condenado a pagar uma indenização de R$ 650 mil ao garoto por danos morais e materiais.

O menino de 12 anos é representado no processo pela avó materna, Sônia Moura, com quem vive desde a morte de Eliza.

Advogado de Bruno, Wilton Edgar da Costa afirma que o reconhecimento da paternidade foi baseado em um depoimento prestado pelo ex-jogador durante as investigações sobre a morte da modelo.

Porém, ele contesta e só irá aceitar o reconhecimento após o exame de DNA. Além disso, alega que Bruno não tem condições financeiras para arcar com o valor da condenação.

“A atual esposa dele está mantendo o sustento da família. Por enquanto, ele tem se sustentado com isso, com a ajuda dela, mas ele está buscando trabalho, ele tem uma profissão, quer exercer a atividade de jogador de futebol e nessa área ele está buscando trabalho”, disse o advogado.