O Governo Federal liberou o novo calendário de pagamento do auxílio emergencial de R$ 300, salvo para mães chefes de família, que recebem R$ 600 por parcela. A liberação começa na quinta-feira, dia 17.

A data marca o início do pagamento para os beneficiários do Bolsa Família. O cronograma desse grupo segue o do programa federal, divulgado no início de 2020.

Assim como nos calendários anteriores para beneficiários do Bolsa Família, o pagamento segue de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

O auxílio emergencial e o Bolsa Família não são benefícios cumulativos. Quem é beneficiário dos dois recebe apenas o que tem pagamento maior.

Até agora, foi divulgada apenas a data de pagamento para esse grupo.

Os beneficiários que fizeram cadastro pelo site ou pelo app ou inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) ainda não tiveram os detalhes do calendário divulgados.

Veja abaixo o calendário completo da sexta parcela de pagamento do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família

  • 17 de setembro: NIS de final 1
  • 18 de setembro: NIS de final 2
  • 21 de setembro: NIS de final 3
  • 22 de setembro: NIS de final 4
  • 23 de setembro: NIS de final 5
  • 24 de setembro: NIS de final 6
  • 25 de setembro: NIS de final 7
  • 28 de setembro: NIS de final 8
  • 29 de setembro: NIS de final 9
  • 30 de setembro: NIS de final 0

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por quatro meses no valor de R$ 300. A extensão do auxílio foi oficializada por meio de medida provisória e terá que ser aprovada por deputados e senadores no Congresso Nacional.

“Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família. Então, decidimos aqui, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo em R$ 300”, disse Bolsonaro.

Neste ano, o Executivo depositou cinco parcelas de R$ 600 para os beneficiários do auxílio, visando ajudar os brasileiros de baixa renda, trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados.

De acordo com cálculos feitos pela equipe econômica, o custo mensal do benefício foi de R$ 50 bilhões por mês durante a primeira fase do programa.

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