Foto Divulgação/Internet
Foto Divulgação/Internet

Sempre que você quer criticar alguém, você antes tem que se perguntar: Eu tenho moral para falar dessa pessoa? Não estaria eu incorrendo nos mesmos erros que ela? Por que digo isso?

Na era da internet, todo mundo parece ser muito corajoso e se esquece de suas responsabilidades perante o que está digitando. Se acham muitas vezes intocáveis por trás das telas de seus computadores. Mas não são!

O que mais me irrita é que muitas vezes, essas mesmas pessoas que julgam, não têm um mínimo de direito para o fazer.

Exemplifico: dia desses me peguei com um indivíduo pela internet. Um daqueles defensores da liberação da maconha, que se dizem sábios pensadores, mas que são mais rasos que valo de arrozeira.

Pois bem, o mesmo vomitou dezenas de ofensas contra mim por discordar da minha visão política e ideológica. Eu pensei, poxa, o cara parece ser estranho, será que ele é o bonzão para me julgar ou é só mais um ratinho nervoso por terem mexido na sua toca. Fui atrás de respostas.

No sistema da polícia constam passagens por dano, ameaça contra mulher e apropriação indébita. Nesse último processo, ele ainda não foi julgado, pois não foi encontrado para ser intimado (claro que já estou providenciando esse endereço).

Agora observe você, que moral tem esse ser irracional para falar de alguém ou para ofender alguém? Nenhuma!

E assim está a internet, todo mundo fala o que quer. Eu posso “bater” (no sentido de criticar) quem usa drogas, pois eu não uso.

Eu posso criticar quem vive bêbado, pois eu não vivo, agora, não posso falar de quem dirige e usa o celular, pois esporadicamente infelizmente acabo fazendo (e sei que estou errado) e me corrijo sempre, mas, não critico, pois não tenho essa moral. Entendem?

É uma questão de bom senso, de não ser hipócrita. Se observe mais e fale menos, vai ser ótimo.

Pacote ideal

Em uma rápida avaliação do pacote de medidas para a segurança do ministro Sérgio Moro, fiquei muito feliz com que vi.

Entre o que mais me chamou atenção foi a retirada dos bens dos marginais que vão presos, mas atualmente não perdem todo patrimônio construído ao longo do tempo de forma ilícita, e a parte da lei que facilita a ação do policial em confrontos com marginais.

Não é uma autorização para matar não, como estão falando, é uma autorização para não morrer. Não sei se ela passa na íntegra, mas, certamente, o que passar já vai ser de grande valia para um Brasil que tinha sido abandonado na segurança pública.

Fiquei feliz

Recebemos esta semana no jornal alguns leitores, muitos já idosos, que fizeram questão de me parabenizar pela coluna, dizendo que não perdem uma semana.

Bom, quero convidar a todos para também ouvir a coluna via podcast. Nossos podcasts estão disponíveis no ocp.news, no Soundcloud, Spotify e iTunes.

Faço comentários diários semelhantes a esses que escrevo aqui na coluna. Com a verdade acima de tudo, com coragem para falar o que você gosta de ler e ouvir. Um abraço e até a próxima!

 

Quer receber as notícias no WhatsApp?