Foto 14º BPM/Divulgação
Foto 14º BPM/Divulgação

O tempo passou e novamente a história se repetiu. Tudo muito parecido com o que ocorreu na morte do taxista Allan. Inicia com uma corrida e termina com a morte. Dois marginais atuam como autores e envolvem uma garota, dispensando o corpo no mato e fugindo com o carro que é abandonado.

As diferenças foram poucas, e a brutalidade choca. Novamente, a vida de um pai de família foi ceifada pela certeza da impunidade, pela falta de caráter, por marginais que não merecem dó e nem pena por parte da sociedade. Hoje, eles estão mais seguros na cadeia do que fora dela.

Até quando? Quantos pais de família terão que morrer? Que triste ver aquele corpo jogado no chão e esses criminosos sendo presos sem esboçar uma reação de tristeza ou arrependimento.

Será que há cura para esse tipo de gente? Será que um dia conseguirão voltar para a sociedade como se nada tivessem feito? Quanto vale uma vida? R$300? Não é só triste, mas também lamentável.

Destaque especial

Em que pese o fato ser triste, ele merece um destaque também positivo e ele vai para todas as forças policiais que se empenharam para capturar os autores.

Viaturas rondando a cidade por todo o dia e um trabalho exemplar dos integrantes da agência de inteligência que não pouparam esforços para ver os criminosos atrás das grades.

Além deles, meu destaque também para os taxistas que novamente mostraram união e se juntaram para auxiliar nas buscas. A união sempre fará a força.

Relembrando

O Sr Nelson, pai do Allan, acompanhou as buscas e com certeza quando viu o corpo do companheiro jogado ás margens da via, reviveu um filme de terror na sua cabeça.

Há um ano e meio atrás, ele esperava por seis dias seu filho ser encontrado e infelizmente também foi achado morto. Foi o primeiro homicídio do ano de Guaramirim, que também seja o último.

 

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