Agosto é considerado o mês dourado, um mês dedicado a conscientização da importância da amamentação. No dia primeiro de agosto, o ministério da saúde abriu a semana de incentivo a amamentação, iniciativa que ocorre simultaneamente em 170 países do mundo todo.

Diversas campanhas que frisam a importância desse ato estão tomando conta das redes sociais e buscam difundir cada vez mais os benefícios em amamentar, tanto para o bebê quanto para a mãe.

Confira na lista alguns dos benefícios que a amamentação traz para o bebê

  • Fortalece a imunidade
  • O bebê se sente seguro e calmo
  • Melhor alimento para o intestino
  • Diminui o risco de alergias
  • Diminui as cólicas
  • Previne doenças futuras, como síndrome metabólica, obesidade, diabetes, hipertensão e doença celíaca
  • Combate a anemia
  • Ajuda no desenvolvimento cognitivo
  • Desenvolve a arcada dentária
  • Ajuda no crescimento de prematuros

Foto: Arquivo pessoal

A OMS incentiva que a amamentação seja feita até, pelo menos, a criança completar dois anos de idade. Até o seis meses ela é a única fonte de alimento que seu bebê precisa (e não se preocupe com a sede, pois o primeiro leite que vem é cheio de água para matar essa sede).

Até o primeiro ano de vida ela é essencial para fornecer todos os nutrientes básicos, e até os dois anos é ideal como complementação e desenvolvimento do cérebro. Mas, não é só o bebê que se beneficia com a amamentação.

Confira na lista alguns dos benefícios que a amamentação traz para a mãe

  • O corpo se recupera muito mais rápido
  • Ocorre uma alta liberação de ocitocina no sangue
  • previne depressão pós parto
  • A amamentação ajuda no controle da natalidade (tem uma taxa de proteção de 98% nos primeiros seis meses)
  • Tem um efeito protetor contra o câncer de mama e de ovário
  • A amamentação reduz o risco da mulher desenvolver diabetes tipo 2 após a gravidez
  • É gratuito

Nosso corpo é perfeito e foi feito exatamente para isso. Se o bebê estiver doente, o leite materno se altera e fornece o que ele precisa. Se o bebê for prematuro, ele também é diferente. É algo que não podemos explicar, está no sangue, no DNA, na nossa história.

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