Foto Divulgação

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O Indicador de Clima Econômico de julho deste ano  despencou 31,5 pontos entre abril e julho, passando de uma queda de 11,4 pontos em abril para -45,9 pontos.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), é a segunda redução do índice, que estava em 4,3 pontos em janeiro, em uma escala que varia de -100 (pior avaliação) a +100 pontos (melhor avaliação). Em novembro passado, o indicador marcava 91,7 pontos.

O resultado foi influenciado tanto pela avaliação dos especialistas sobre a situação atual da economia brasileira quanto em relação às expectativas futuras.

O Índice da Situação Atual atingiu -88 pontos, apenas 12 pontos acima do nível mínimo e abaixo do resultado de abril (-56,5 pontos), mostrando menor satisfação. Já o Índice de Expectativas recuou de 47,8 para 12 pontos.

O ano eleitoral e as crises econômicas recentes contribuíram para a avaliação negativa, que indica um cenário desalentador para o país. O Brasil também registrou o pior resultado para o grupo dos Brics, abaixo da África do Sul (-45,6 pontos), China (-25), Rússia (-2,3) e Índia (16,6).

As incertezas quanto ao futuro demonstram um otimismo cauteloso para o futuro, mas a situação atual - marcada por tensões setoriais, um governo federal ineficiente, burocracia e carências estruturais - é marcado por um pessimismo intenso.

O problema não é apenas do país, mas da região. A América Latina segue marcada por um clima de pessimismo econômico, segundo os dados levantados pela FGV. Na média, o clima da América Latina em julho ficou em -21,1 pontos (abaixo dos -5,2 pontos de abril).

Entre os 11 países da região avaliados pela pesquisa, feita em parceria com o instituto alemão Ifo, o Brasil teve o quarto pior Indicador de Clima Econômico, ficando acima apenas da Venezuela (-100 pontos), Equador (-60) e Argentina (-51,3). O melhor resultado da região foi apresentado pela Colômbia: 31,8 pontos.

Cejas promove café da manhã sobre mercado imobiliário

O Centro Empresarial de  Jaraguá do Sul e o Sindicato da Indústria da Construção do Vale do Itapocu promovem no próximo dia 16, um café da manhã com Marcos Kathalian, graduado em comunicação social, pós-graduado em administração, mestre em multimeios, sócio da Brain, escritório de inteligência corporativa e vice-presidente do Banco de Dados do Sinduscon do Paraná.

O especialista vai falar sobre oportunidades no mercado imobiliário a partir do novo cenário nacional e as perspectivas para os próximos anos.

O evento é gratuito e aberto a empresários, profissionais da área da arquitetura, construção e materiais, com inscrições que podem ser feitas pelo telefone (47) 3275-7051 e pelo e-mail patronal@cejas.com.br.

Célio Bayer toma posse junto a nova diretoria da Fiesc

O empresário de Jaraguá do Sul Célio Bayer toma posse nesta sexta-feira, mantendo o mandato como vice-presidente da Fiesc para a região do Vale do Itapocu.

Bayer integra a nova diretoria da entidade, liderada pelo engenheiro Mario Cezar de Aguiar, de Joinville, que assume a presidência durante cerimônia marcada para as 18h30, na sede da Fiesc, em Florianópolis.

Aguiar sucede o industrial Glauco José Côrte, que também é vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e em maio foi eleito para ocupar uma das cinco vice-presidências executivas da entidade de representação nacional do setor.

Inaugurado Centro Executivo Jourdan

Concorrido coquetel organizado pela Episteme Eventos na última terça-feira fez a entrega das chaves a proprietários do Centro Executivo Jourdan.

Localizado na parte mais central, na rua João Picolli, o Centro Executivo Jourdan tem 63 salas, mais 3 coberturas, uma loja no térreo, sala de reuniões, hall decorado, terraço com vista panorâmica, infraestrutura de segurança, sistema de coleta de água da chuva e geração de energia alternativa.

As obras iniciaram em junho de 2015 e na noite de ontem foi a inauguração com entrega das chaves.

Ministério do Trabalho recomenda intensificação de mediação

O ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, recomendou formalmente a todos os superintendentes regionais do Trabalho que intensifiquem sua atuação como mediadores nos casos de greve ou de indicativos de greve.

A orientação foi dada nesta quarta-feira (8). “O Ministério do Trabalho precisa resgatar seu papel primordial de mediador e conciliador”, disse o ministro.

Essa recomendação aos 27 superintendentes regionais do Trabalho ocorre no âmbito do objetivo maior de aprimorar e fazer avançar as relações do trabalho no país.

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