Foto Divulgação
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Uma das piores frases que podemos fazer diante de alguém que nos conta de um fato que devíamos saber é dizer – “Ah, não sabia”! Vergonhoso. Temos que saber, é obrigação cidadã.

Digo isso, leitora, com os olhos pregados numa colunista que acabei de ler num jornal gaúcho, assino três jornais e leio de quatro a cinco, todos os dias. Obrigação de jornalista? Obrigação de todos nós.

A colunista dizia que “Enquanto não houver vacina contra o Coronavírus, a melhor vacina é a informação”. Lacrou, colega.

Valho-me dessa citação para dizer que de há muito prego às mulheres, de modo especial, que leiam, que se informem, que não fiquem na dependência de um cuequinha-molhada para saber das novidades...

Faz tempo que cito uma frase da revista Claudia e incito as mulheres a que a adotem e cresçam para se impor diante dos mimimis que se acham.

A frase diz assim: “Mulher que lê Claudia se torna mais confiante, mais independente, mais digna de crédito”. Alguém contesta? Duvido.

E essa verdade vale para todos nós, todos nos tornamos mais interessantes, mais dignos de crédito quando estamos bem informados.

É como que uma vacina que nos protege de juízos “inferiores” disparados pelos que se acham, mas qualquer um desses que se acham pode ser colocado no seu devido lugar quando encontra pela frente uma pessoa que não lhe deva nada nos conhecimentos, pelo contrário, que lhe faça piscar os olhos para achar respostas.

Essa “vacina”, a da informação, custa muito pouco, custa consciência e atenção plena diante das leituras do dia... Há quem pense e viva assim, que TV é diversão para os olhos, para os toscos sim, a TV não passa disso...

Muitas pessoas passam com a televisão ligada o dia todo, mas não sabem de nada, é como se vivessem no mundo da lua. Perdem a “vacina” dos telejornais e dos programas de entrevistas com qualidade. Quem procura acha, esses programas existem.

- Ah, e é bom não esquecer, no primeiro encontro de namoro com ele ou ela, quem estiver atento ficará logo sabendo se está entrando num caso com uma pessoa “vacinada” de informações ou se é mais um/uma bisca solta e bem-vestida... A informação é mesmo a melhor vacina contra tudo, falou, colega!

Jornal

Erros acontecem, mesmo os da Academia Brasileira de Letras não sabem metade do nosso idioma, mas... Jornalistas precisam conhecer o básico. Acabo de ler num jornal de São Paulo, jornal todo metido, que – “No Chile, Atlético perdeu DO Colo-Colo”.

Ninguém perde DO, perde-se PARA. Os “analfas” não sabem disso? Claro que não, são os mesmos que dizem que o jogo foi transferido em razão do “mal tempo”. Credo. E se acham.

Lição

Estamos em “guerra”, precisamos rever comportamentos, o corona não brinca, temos que mais que tudo segurar o “tchan” da estupidez, coisa típica da brasileirada. Ficar em casa é tão difícil assim?

É, para a grande maioria, especialmente casais que vivem juntos, mas não se suportam, quase todos. Gente que poderia aproveitar o “estar em casa” para ler, para crescer no amor familiar, mas range dentes... É, as crises revelam o até então escondido...

Falta dizer

De uma feita num restaurante top em Frankfurt, na Alemanha, pedi um frango e... Saladas. Veio uma perninha de frango e era tudo como frango. Não dava para nada, pedi mais um frango.

E o garçom, sem piscar, me disse que eu não tinha ainda comido o primeiro “frango”. Comportamento típico de quem passou por guerra. E nós? Temos o maior lixo doméstico do mundo. Falta-nos uma boa guerra...

 

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