A repercussão sobre a morte de Kobe Bryant, aos 41 anos, um dos maiores jogadores de basquete da história, nos emociona e projeta a importância do ídolo na concepção do esporte. Quando buscamos o sucesso em algo, geralmente temos um espelho para alguém. No futebol, você pode lembrar fácil de Messi ou Cristiano Ronaldo; no futsal, de Falcão; e essa é a imagem que surge nas demais modalidades com seus respectivos ídolos.

Em Blumenau, não é diferente. Temos ídolos construídos diariamente, em quem os mais jovens se espelham para um futuro igual ou melhor. Tiago Splitter, o primeiro brasileiro a conquistar o título da NBA (liga americana de basquete), é uma dessas referências. Agora aposentado como atleta, Splitter colocou Blumenau em visibilidade mundial ao jogar no San Antonio Spurs. O mesmo podemos dizer de Eduarda Amorim no handebol feminino, com a diferença que ainda não se aposentou e segue brilhando em alto nível entre as melhores do mundo.

Esporte é isso. É mais do que propriamente você conquistar títulos, mas sim deixar um legado que seja lembrado por muitas outras gerações. Assim, de fato, o seu nome ficará para sempre na história. E um grande ídolo pode nascer nos Estados Unidos, na China, na Espanha ou até mesmo em Blumenau.

Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito:

WhatsApp

Telegram Jaraguá do Sul

Facebook Messenger